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Confira entrevista com Valmir Louruz, novo integrante da Esportecoop

14/09/2010 - 16:09



Valmir Louruz é um nome consagrado como jogador e como treinador. Iniciou sua carreira nas categorias de base
do Sport Clube Internacional. Como profissional, voltou ao Internacional e conquistou o tricampeonato gaúcho na década de 70. Atuou, também, no Hercilio Luz, Pelotas, Palmeiras, S.E.R Caxias, CSA, e Juventude. Como Treinador, no CSA, Juventude e Brasil de Pelotas. Trabalhou também na Arábia, Kwait, e Japão. Conquistou o vice campeonato brasileiro dirigindo o Brasil de Pelotas, a Copa do Brasil pelo Juventude, além da Copa Nabisco pelo Jubilo Iwata. Confira, abaixo, a entrevista com Valmir:
 

Como surgiu o seu interesse por futebol?


É algo que sempre tive desde criança. Desde pequeno eu já jogava nesses times de bairro e depois nós disputávamos um campeonato da cidade, onde participavam os times vencedores de cada bairro. Tive, inclusive, a felicidade de ser campeão portoalegrense.


Quem foram os seus principais incentivadores?


Da família nós sempre recebemos alguma coisa, mas a minha família não queria muito que eu seguisse a carreira de futebol. O ramo era meio inseguro na época e queriam que eu tivesse um emprego certo, algo como funcionário público. Mas um incentivador foi o Galego, que era o dono e técnico do time do Palmeiras, no Glória. Outra pessoa foi o Carlos Zaneti, que foi meu colega no Internacional e que me deu muita força. Na realidade, ele era um cara exigente e linha dura. Mas, simpatizou comigo e sempre me deu incentivo.


Qual é a sua maior referência no futebol?


Sou suspeito para falar porque é um grande amigo meu. Ele se chama Luis Felipe Scolari. É referência de futebol e, inclusive, para mim. Ele tem que ser considerado um caso extra. Não se vê quem critique o Felipe. Em todos os times que ele jogou ? mesmo não sendo grandes times ? ele era referência. Fiz muitas coisas no futebol lembrando dele. Sempre uso ele como referência pra tudo.


O que mudou no futebol de hoje em comparação com o futebol de antigamente?


O dinheiro. Futebol hoje é um comércio. Não existe mais aquela gana ou aquela paixão por jogar. Antigamente, era preciso mostrar bem mais em campo para conseguir um avanço profissional. Outra coisa que mudou foi a tecnologia e a divulgação do esporte...


O que define um bom jogador de futebol?


Essencialmente é o interesse. Um interesse do jogador pelo que ele está fazendo ou predestinado a fazer. Muitos estão predestinados e não assumem, né? Mas, além do interesse, tem que ter aquela paixão que falta nos dias de hoje e que eu tinha comentando antes...


Qual a importância do futebol para as crianças?


Muita. Tenho certeza que deve desviar muitas dessas crianças do mal caminho. Tenho certeza que isso acontece. Se nós, e eu me incluo nisso, soubéssemos a força que nós jogadores temos para ajudar essas crianças, o futebol seria visto com outros olhos. Seria considerada uma verdadeira profissão há muitos anos. O futebol é importantíssimo, principalmente na educação de crianças. Hoje eu estou aqui na Esportecoop por causa disso. Sei que vou ajudar muito, tenho condições e vou sempre estar tentando levar isso em frente.



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